Consumo de música gerada por IA dispara entre millennials e Geração Z
Uma pesquisa do Morgan Stanley mostrou que mais da metade dos ouvintes de 18 a 44 anos consome 2,5 a 3 horas de música gerada por IA por semana. Analistas de Wall Street estão quase unanimemente otimistas com ações de gravadoras como Warner e Universal, argumentando que seus catálogos continuam valiosos e que acordos lucrativos de licenciamento de IA já estão sendo fechados.
A indústria musical repete um padrão conhecido: tecnologia inicialmente vista como ameaça existencial se torna fonte de receita via licenciamento e parcerias, assim como o streaming passou de facilitador de pirataria a principal fonte de receita.
Ver resumo completo de 21 de fevereiro de 2026